Adeus, Papa Francisco, o papa mais parecido com Cristo.
Porque não foi o mais poderoso, mas o mais simples.
Não falou alto, mas foi ouvido pelo mundo.
Não julgou os caídos, mas lavou-lhes os pés.
Não se trancou nos palácios, mas desceu às periferias do corpo e da alma humana.
Francisco foi Cristo quando pediu: “Rezem por mim.”
Foi Cristo quando disse: “Esta economia mata.”
Foi Cristo quando chamou a Terra de “nossa casa comum”.
Se Deus é amor, Francisco foi seu tradutor contemporâneo.
E mesmo que a história ainda vá julgá-lo, os pobres já o canonizaram.

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